quarta-feira, 29 de fevereiro de 2012

Defesa Social divulga índices de criminalidade de 2011 em Minas Gerais


Crimes violentos aumentaram no último ano, mas taxas ainda são cerca de 50% menores do que em 2004, quando o atual modelo de segurança do Estado começou a ser implantado

A taxa de crimes violentos em Minas Gerais – homicídios, homicídios tentados, estupros, roubos e roubos a mão armada – aumentou 10,80% em 2011, em comparação com 2010. No ano passado, a taxa por grupo de 100 mil habitantes, que leva em conta o crescimento populacional, foi de 277,78, contra 250,52 em 2010.

Os dados foram levantados pelo Centro Integrado de Informações de Defesa Social (Cinds), órgão colegiado da Secretaria de Estado de Defesa Social (Seds), com base nas ocorrências registradas no Registro de Eventos de Defesa Social (Reds), no banco de dados da Polícia Militar (SM-20) e na Delegacia de Crimes Contra a Vida. Em números absolutos, as ocorrências aumentaram de 50.625 para 56.593.

Entretanto, na comparação com 2004 – ano em que começou a ser implantado o atual modelo de segurança pública de Minas, que inclui políticas de integração das ações das polícias e de prevenção da criminalidade – a taxa de crimes violentos no Estado caiu 48,80%. Naquele ano (2004), foram registradas 102.513 ocorrências de crimes violentos, equivalentes a uma taxa de 539,15 para cada grupo de 100 mil habitantes.

Importante ressaltar que a taxa de 277,78 crimes violentos por cada 100 mil habitantes registrada em 2011 também é 8,14% menor que o índice registrado em 2009, que foi de 294,99.

Na Região Metropolitana de Belo Horizonte (RMBH), área que historicamente concentra o maior número de ocorrências, a taxa de crimes violentos aumentou de 545,05 por grupo de 100 mil habitantes em 2010 para 624,54 em 2011 – uma variação de 14,5%. Em números absolutos, as ocorrências passaram de 28.197 para 32.680. Já no período de 2004 a 2011, a taxa caiu 53,7% (de 1.348,93 para 624,54 por grupo de 100 mil habitantes).

Considerando apenas Belo Horizonte, a taxa de crimes violentos aumentou de 703,91 em 2010 para 783,91 em 2011 – uma variação de 11,4%. Em números absolutos, o crescimento foi de 17.369 ocorrências para 19.487. Entre 2004 e 2011, entretanto, os crimes violentos na capital mineira tiveram uma redução de 56,2% (a taxa caiu de 1.790,82 para 783,91 por 100 mil habitantes no período).

Ag. Minas




domingo, 26 de fevereiro de 2012

DER instala mais sete radares em rodovias estaduais de diversas regiões do Estado


O Departamento de Estradas de Rodagem de Minas Gerais (DER-MG) colocará em operação mais sete novos radares em rodovias estaduais em diversas regiões do Estado, a partir de zero hora desta sexta-feira (24).
Dois equipamentos passam a operar na MGC-367, nos quilômetros 587,5 e 582,8, próximos ao município de Diamantina, no Vale do Jequitinhonha. Na região Central, em Curvelo, serão instalados dois novos equipamentos: o primeiro na AMG-910, no quilômetro 9,4, e o outro na MGC-259, quilômetro 558,8.
No Triângulo Mineiro, em Uberlândia, haverá um equipamento de controle de velocidade na BR-452, quilômetro 175,7. E a região Sul de Minas receberá dois radares, que passam a operar na MG-290, nos quilômetros  0,1 e 1,5, em Pouso Alegre. A velocidade máxima permitida para todos os radares é de 60Km por hora.
A implantação dos novos radares é uma das ações previstas no Programa Estruturador de Aumento da Capacidade de Segurança dos Corredores de Transporte (Proseg) da Secretaria de Estado de Transportes e Obras Públicas (Setop), cujo objetivo é aumentar a segurança nas rodovias estaduais mineiras. Com a implantação destes sete novos equipamentos, as estradas mineiras agora contam com 218 radares em operação.
O local com maior número de radares é a Região Metropolitana de Belo Horizonte, com 43 unidades. A região Central possui outros 40. E a Zona da Mata, 42, sendo que 16 deles estão nas vias de responsabilidade da 5ª Coordenadoria Regional do DER-MG, localizada em Ubá.
Estudo técnico
Os radares são instalados pelo DER-MG após elaboração de estudo técnico e implantação de projeto específico de sinalização. Os equipamentos só entram em operação depois de aferidos pelo Instituto de Pesos e Medidas do Estado de Minas Gerais (Ipem-MG), órgão credenciado pelo Instituto Nacional de Metrologia, Normatização e Qualidade Industrial (Inmetro), e em conformidade com as determinações do Código de Trânsito Brasileiro (CTB).

Ag. Minas