Retrospectiva 2012: as conclusões sobre mudanças climáticas mais marcantes


O dia 21 de dezembro passou e o prometido Armagedon Maia não aconteceu. Apesar da decepção de alguns, se relembrarmos os estudos científicos publicados ao longo de 2012 sobre as mudanças climáticas, podemos até ficar assustados e imaginar que o Apocalipse do clima não é, afinal, tão improvável assim.

Alertas

Embora o relatório The Emissions Gap Report 2012, divulgado pela ONU no fim de novembro, dê esperanças de que é possível manter o aumento da temperatura do planeta abaixo dos 2ºC, limite máximo considerado seguro pelos cientistas, as premissas para que o pior não aconteça ainda não estão dadas, conforme foi esperado que acontecesse na COP-18. Assim, se continuarmos sem fazer nada, as emissões de gases estufa poderão chegar a cerca de 56 bilhões de toneladas em 2020, 16 bilhões a mais do que o considerado ideal.

Aliás, não estamos tão distantes de alcançar marcas catastróficas. Em junho,  o nível de CO2 atingiu pela primeira vez, nos últimos 800 mil anos, a marca de 400 ppm na atmosfera, de acordo com dados de monitoramento de estações de pesquisa no Ártico. Para evitar impactos extremos causados pelas mudanças climáticas, a concentração de dióxido de carbono (CO2) deveria ser inferior a 350 ppm (partes por milhão), segundo a comunidade científica internacional. 

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