quinta-feira, 2 de janeiro de 2014

7ºBPM REALIZA TREINAMENTO PARA PATRULHA RURAL EM BOM DESPACHO

No dia 27 de dezembro, na sede do Sétimo Batalhão em Bom Despacho, foi realizada um  treinamento básico para as equipes que compõem a patrulha rural das cidades de Bom Despacho, Lagoa da Prata, Abaeté e Pompéu. 

O objetivo do treinamento é padronizar comportamentos de atuação, baseados na Instrução que regula o emprego da Patrulha Rural. 

Na ocasião os militares também receberam treinamento sobre o funcionamento e condução das novas viaturas Pick-up Mitsubishi que irão compor a frota da patrulha rural em todas companhias de policiamento na circunscrição de atuação do Sétimo Batalhão.
                                        

Assessoria de Comunicação Organizacional do 7°BPM

Cai número de acidentes e mortes em rodovias federais durante festas de fim de ano

Pedro Peduzzi
Repórter da Agência Brasil
Brasília – O número de acidentes e de mortes nas rodovias federais diminuiu em termos absolutos e também proporcionais. O cálculo da Polícia Rodoviária Federal (PRF) é feito levando-se em conta a frota de veículos do país: para cada milhão de automóveis, foram registrados 81,4 acidentes durante as festas de final de ano. Em 2012, foram 97,13 acidentes por milhão de veículos.
“Isso representa uma queda de 16% no número de acidentes em relação à frota. É o mesmo índice registrado para a redução de mortes por milhão de veículos, que passou de 5,5 para 4,6”, disse hoje (2) o chefe da Divisão de Planejamento Operacional da Polícia Rodoviária Federal (PRF) e coordenador-geral de operações, inspetor Stênio Pires. “No caso de feridos, a queda foi 12%, passando de 61 para 53,3 mortes por milhão de veículos”.
Durante as festas de final de ano foram registrados, ao todo, 6.651 acidentes nas rodovias federais brasileiras, que resultaram na morte de 379 pessoas – e não 380, conforme havia informado anteriormente a assessoria de imprensa do órgão. Em 2012, foram 7.407 acidentes e 420 mortes. Ao todo, houve 4.352 pessoas feridas, ante os 4.642 registrados em 2012.
Das 379 mortes, 83 ocorreram devido a colisão frontal de veículos; 30 devido a saída de pista; 24 por atropelamentos; 17 por colisão transversal; e 14 em consequência de capotamentos. Foram registradas 2.493 infrações devido à falta de licenciamento de veículos registrados (7,35% do total); 1.921 por veículos conduzidos por pessoas sem carteira de habilitação ou permissão para dirigir (5,65%); 1.710 por falta de uso do cinto de segurança pelo condutor (5,04%); e 1.320 por falta de uso do cinto pelos passageiros. Segundo o inspetor, 996 multas foram aplicadas em motoristas que dirigiam alcoolizados, o que resultou em 461 prisões.

Minas Gerais é novamente o estado que lidera o ranking da PRF, com maior registro de acidentes, feridos e mortes por acidentes nas rodovias federais. Dos 6.651 acidentes contabilizados, 1.102 ocorreram em rodovias do estado e das 379 mortes, 64 aconteceram nas BRs mineiras.
O estado também registrou 798 feridos, do total de 4.352 contabilizados em todas as rodovias federais. Em segundo lugar no ranking está a Bahia, com 382 acidentes, 292 feridos e 43 mortes. Em seguida vem o Paraná, com 750 acidentes, 489 feridos e 30 mortes; e Santa Catarina, com 751 acidentes, 473 feridos, e 24 mortes.
Os números, referentes ao período entre os dias 20 de dezembro e 1º de janeiro, fazem parte da Operação Rodovida, que conta com a ajuda da União, estados e municípios. Com esta iniciativa, a PRF busca diminuir a violência no trânsito das rodovias federais, principalmente durante as comemorações de final de ano, férias escolares de janeiro e carnaval.

segunda-feira, 30 de dezembro de 2013

Acidentes por animais peçonhentos aumentam no período chuvoso e no verão


Animais peçonhetos são perigo no período chuvoso

Os acidentes com aranhas, serpentes, escorpiões, abelhas e lagartas tendem a crescer entre os meses de outubro e março
A chegada da estação mais quente do ano também é convidativa para a proliferação de animais peçonhentos. Os acidentes por esses animais tendem a aumentar entre os meses de outubro e março, seja na zona rural ou urbana, e sofrem influência de atuais desequilíbrios ecológicos.
Em Minas Gerais, os números mostram a necessidade de maior cuidado e atenção da população. Os acidentes por aranhas, serpentes, escorpiões, abelhas e lagartas somam mais de 70 mil casos nos últimos três anos (2011-2013). Em 2013, o Estado registrou quase 25 mil casos. Destes, a maior incidência é de acidentes por escorpiões que somam mais da metade dos atendimentos, com 15.592 casos, seguido de aranha: 3.518, serpente: 3.368, abelha: 1.449 e lagarta: 1.052. No total, 31 pessoas morreram em 2013 em decorrência de picadas de animais peçonhentos.
O biólogo e referência técnica em acidentes por animais peçonhentos da Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais (SES/MG), Leonardo de Freitas, confirma que os acidentes por animais peçonhentos aumentam no período chuvoso e que Minas Gerais é um dos estados que mais notifica acidentes por animais peçonhentos no Brasil.
“Existem vários fatores que contribuem para isso, entre eles a maior atividade dos animais peçonhentos nesta época em busca de abrigos secos, alimentos e para reprodução. O período de férias e as atividades de campo das pessoas, envolvendo agricultura e ecoturismo, também deixam a população mais exposta aos acidentes por animais peçonhentos. A faixa etária mais acometida é entre 20 e 65 anos de idade, apesar de a faixa etária entre 0 e 14 anos ser a mais suscetível a acidentes graves, principalmente acidentes por escorpião”, conclui Leonardo.
Cuidados
Em caso de acidentes, a pessoa deve ser encaminhada o mais rápido possível para um hospital que tenha soro antipeçonhentos. Durante o socorro, ela deve se mover o mínimo possível. O membro atingido deve ser colocado numa posição mais elevada em relação ao corpo, e o local da picada deve ser lavado apenas com água e sabão.
Em casos de acidentes por águas-vivas e caravelas, deve ser aplicada compressa de água gelada do mar (não utilizar água doce), e evitar esfregar a área acometida. Não devem ser usadas outras substâncias como urina, cachaça, borra de café em nenhum tipo de acidente por animal peçonhento, pois esta prática pode ocasionar complicações como infecção. O tratamento é oferecido gratuitamente em hospitais do SUS de todos os estados.
Prevenção de acidentes por escorpiões e aranhas
Para evitar acidentes por escorpiões e aranhas, a pessoa deve usar calçados e luvas nas atividades rurais e de jardinagem; examinar calçados e roupas pessoais, de cama e banho, antes de usá-las; vedar frestas e buracos em paredes, assoalhos, forros e rodapés; utilizar telas, vedantes ou sacos de areia em portas, janelas e ralos.
Outros cuidados são a preservação de predadores naturais como seriemas, corujas, sapos, lagartixas e galinhas; limpeza de terrenos baldios, pelo menos na faixa de um a dois metros junto ao muro ou cercas; não acúmulo de lixo e materiais de construção. As pessoas devem ainda evitar contato com lama e água de enxurrada, e sempre utilizar botas e luvas.
Acidentes por serpentes
Para evitar picadas de serpentes, as pessoas não devem andar descalças, utilizando sempre sapatos fechados associados a perneiras (ou botas de cano longo), e luvas de couro nas atividades rurais e de jardinagem. Não devem colocar as mãos em tocas ou buracos na terra, ocos de árvores, cupinzeiros, em espaços situados em montes de lenha ou entre pedras e evitar acúmulo de lixo e materiais de construção.
Controlar o número de roedores existentes na área para evitar a aproximação de serpentes peçonhentas que deles se alimentam também é importante. No amanhecer e no entardecer, evitar a aproximação à vegetação muito perto do chão, gramados ou até mesmo jardins, pois é nesse momento que as serpentes estão em maior atividade.
Acidentes por lagartas
Ao realizar atividades de jardinagem ou qualquer outra atividade em ambientes silvestres, observar bem o local: troncos, folhas, gravetos - antes de manuseá-los, fazendo sempre o uso de luvas para evitar o acidente.
Acidentes por abelhas
Abelhas e marimbondos são atraídos por sons, odores e cores, como barulho de motores de aparelhos de jardinagem e de motores de popa. No campo, o trabalhador deve atentar para a presença de abelhas, principalmente no momento de arar a terra com tratores. As retiradas de colmeias devem ser feitas, preferencialmente, à noite ou ao entardecer, quando os insetos estão calmos, com roupa protetora e, principalmente, por profissional competente.

 Ag. Minas

Economistas avaliam que em 2014 a inflação deve continuar acima da meta

Kelly Oliveira
Repórter da Agência Brasil
Brasília – A inflação deve continuar em patamar elevado, em 2014, sem perspectiva de quando poderá chegar ao centro da meta (4,5%), na avaliação de economistas. O professor de finanças do Ibemec, Gilberto Braga, diz que a inflação ainda é preocupante no final deste ano porque está se estabilizando em patamar muito alto.
Para 2014, o professor acrescentou que não se espera que a inflação caia para um patamar menor e “mais palatável”. Ele projeta a inflação entre 5,5% e 6%, em 2014. Em 12 meses, encerrados em novembro de 2013, a inflação medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), ficou em 5,77%.

A previsão do Banco Central (BC) para a inflação é 5,8%, neste ano; 5,6%, em 2014; e 5,4%, em 2015. Em 2013, a inflação ultrapassou o teto da meta (6,5%). Isso aconteceu em junho, quando ficou em 6,7%.
“Não há dúvida que o pior já passou, mas vai ficar longe do centro da meta. É como se o governo estivesse trabalhando com 1 a 1,5 ponto percentual acima do centro da meta”, disse Braga.
A professora de economia da Fundação Getulio Vargas (FGV), Virene Matesco, também considera que a alta dos preços no país é motivo de preocupação. Na avaliação dela, mesmo com o controle do governo sobre os preços de tarifas, como de passagens de ônibus e de energia, a inflação ficará acima do centro da meta em 2013 e em 2014. “A inflação para o ano que vem estará no topo superior, em torno de 6%, mesmo com os controles de preços”, destacou.
No último dia 20, o diretor de Política Econômica do BC, Carlos Hamilton Araújo, reforçou que o objetivo da instituição é fazer com que a inflação convirja para o centro da meta. Entretanto, Araújo disse que o cenário mais provável não aponta para a inflação no centro da meta – 4,5%, - neste e nos próximos dois anos.
“O cenário mais provável não aponta essa convergência, o que não implica que não seja possível. São coisas distintas. A convergência pode se tornar mais provável mais adiante, na medida em que a economia comece a responder às ações que foram tomadas”, acrescentou Hamilton Araújo.
O diretor lembrou que a transmissão dos efeitos da alta da Selic na economia tem defasagem, ou seja, demoraram a aparecer. “O efeito deve se refletir mais intensamente ano que vem”, disse. Na divulgação do Relatório de Inflação, o diretor também disse que o efeito da alta do dólar, em 2013, na inflação vai se dissipando e isso fará com que a inflação comece a ceder.

Para a professora da FGV, o Banco Central demorou para iniciar o processo de ajuste da taxa básica de juros, a Selic. Em 2013, o BC iniciou o ciclo de alta da Selic em abril, quando a elevou em 0,25 ponto percentual. Nas cinco reuniões seguintes, o BC fez ajustes de 0,5 ponto percentual. A Selic encerra 2013 em 10% ao ano.
Virene espera que o banco eleve a taxa, em pelo menos mais 0,5 ponto percentual, podendo chegar até 11% ao ano. “Mas não adianta colocar os juros em dois dígitos se o governo não controla gastos, se o Banco do Brasil, a Caixa [Econômica Federal] e o BNDES [Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social]continuarem soltando crédito [o que estimula o consumo, e por consequência, a inflação]”, disse Virene.
A professora acrescentou que o governo “fez uma aposta de reduzir as taxas de juros do crédito ao mesmo tempo que a inflação estava em ascensão”. “Há uma intromissão política na política monetária [definição da Selic]. Precisamos de um BC com autonomia”, defendeu.

Edital de Licitação

PMMG - 7º BPM. Concorrência 01/2013.

 Objeto: selecionar proponente com maior oferta para a permissão onerosa de uso das dependências da Cantina da Praça de Esportes do 7º BPM, localizada na Alameda Cel Fulgêncio, 202/B, Vila Militar por 12 meses, com a exploração do gênero - lanchonete, conforme Edital. Propostas: Envio dos envelopes contendo documentação, especificação do item proposto e proposta de preço até às 09h de 30/01/2014 dirigido à Comissão de Licitação da Unidade - CLU do 7º BPM, na Sede do 7º BPM, na Alameda Cell Fulgêncio s/n, Vila Militar, Bom Despacho. Esclarecimentos sobre Edital procurar a CLU do 7º BPM, no horário de 08:30 às 12 hs e de 14 às 18 horas nos dias úteis, exceto às quartas-feiras, que é de 08:30 às 13 hs. A sessão de abertura dos envelopes contendo a documentação de habilitação e as propostas de preços será às 09h de 30/01/2014 no Almoxarifado do 7º BPM.

  Assessoria de Comunicação Organizacional do 7° BPM


domingo, 29 de dezembro de 2013

Prefeito Fernando Cabral diz que é 'Legal'gastar R$ 180 mil com Jornal da Prefeitura

foto: Rosemberg Rodrigues
O prefeito Fernando Cabral (PPS) concedeu uma entrevista a Rádio Difusora  no dia 26 dezembro e afirmou que é Legal gastar mais R$ 180 mil com o Jornal Cidade de Todos, editado pela Prefeitura Municipal de Bom Despacho. O chefe do Executivo também disse que quem critica o jornal é apenas 'meia-dúzia de pessoas', geralmente aquelas que torcem contra Bom Despacho. 

A publicidade é um dos quesitos recomendados pela Lei de Responsabilidade Fiscal, talvez seja esta informação que o Prefeito Fernando Cabral quis se respaldar na entrevista concedida ao Jornalista João Batista da Rádio Difusora. 

Muitos questionam os gastos com o Jornal da Prefeitura, pois a verba poderia ser usada em outros serviços que seriam beneficentes a população, como por exemplo, a compra de remédios, de veículos, além das inúmeras assistências que não existem pela falta de profissionais no setor da Saúde Pública de Bom Despacho. 

Na Prefeitura, existe a licitação da confecção do Jornal da Prefeitura. Caso seja editado mensalmente pelo Executivo, os gastos poderão chegar a R$ 180.360,00. 

Buracos continuam causando reclamação em Bom Despacho

Apesar da Prefeitura ter se esforçado em tapar  buracos das vias de maior tráfego em Bom Despacho, algumas de pouco movimento continuam a desejar. Em muitas delas, motoristas são obrigados a se desviarem para evitar qualquer tipo de custo na manutenção do veículo. 

Em meados de Dezembro, funcionários da Secretaria de Obras do Município foram as Avenidas Dr. Juca, Amazonas, entre outras, para tapar algumas crateras. Entretanto, muitos lugares ainda precisam revistos pelo Executivo. 

Na rede social Facebook, fotos de buracos são postadas frequentemente pelos usuários, além de inúmeras reclamações. "Cadê o dinheiro do IPVA, prefeitura de Bom Despacho? Com ele dava pra ajeitar essas crateras (porque aí nem são mais buracos), destacou o internauta Telmo Gontijo. 

Os bairros mais afetados que merecem mais atenção podem ser Santa Marta, Bela Vista, Babilônia, São José (Av. Padre Augusto), São Vicente (Irmã Maria).