sábado, 11 de janeiro de 2014

Calor pode aumentar risco de formação de pedra nos rins

Flávia Albuquerque
Repórter da Agência Brasil
São Paulo – O calor intenso do verão, o aumento da transpiração e a baixa ingestão de água são os principais responsáveis pelo aumento do risco de formação dos cálculos renais, ou pedra nos rins. Mudar a alimentação e beber líquidos regularmente e observar a coloração da urina são algumas medidas que podem evitar o problema, explica Fábio Vicentini, urologista do Centro de Referência para a Saúde do Homem, da Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo.

Segundo Vicentini, os casos de cálculo renal aumentam 30% nos períodos mais quentes do ano. Apesar de ter maior incidência nos homens, o especialista alerta que todos devem adotar as medidas para cuidar da saúde dos rins. “A dieta ideal inclui primordialmente o aumento da ingestão de líquidos – cerca de dois litros de água por dia e de sucos de frutas cítricas –, associado à diminuição do uso de sal nos alimentos. As refeições diárias devem conter mais verduras, legumes, frutas e saladas.”
É preciso ainda estar atento quanto ao consumo de frutos do mar, porque apresentam índice elevado de ácido úrico, um dos responsáveis pelo desenvolvimento dos cálculos renais. Além disso, é recomendável reduzir as frituras e o consumo de carne vermelha no período de calor.
Segundo Vicentini, mais de 15% da população mundial apresenta cálculos renais e a maioria (85%) consegue expelir as pedras naturalmente, pela urina. “A maneira mais fácil de monitorar a hidratação ideal do corpo é observarmos a coloração da urina. Quanto mais transparente estiver, melhor. Se estiver com aparência amarelada e escura, é sinal de que o corpo precisa de mais líquidos para manter-se hidratado, longe dos cálculos renais”, disse.

Selic deve continuar a subir este ano para conter alta de preços, dizem especialistas



Kelly Oliveira
Repórter da Agência Brasil
Brasília – A taxa básica de juros da economia (Selic), atualmente em 10% ao ano, deve continuar a subir em 2014 para conter a alta de preços no país, estimam especialistas. A primeira reunião deste ano do Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central (BC), que define a Selic, está marcada para os dias 14 e 15 deste mês.
Ontem (10), o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) informou que o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) fechou 2013 em 5,91%. Em 2012, a inflação ficou em 5,84%. A expectativa do presidente do Banco Central (BC), Alexandre Tombini, de que a inflação em 2013 seria menor do que a de 2012, não foi alcançada.
A previsão do Banco Central, divulgada no Relatório de Inflação, era que o IPCA ficaria em 5,8% no ano passado. O IPCA, em 2013, também fechou o ano acima da projeção de instituições financeiras consultadas semanalmente pelo BC (5,74%). O IPCA ficou acima do centro da inflação (4,5%), que deve ser perseguido pelo BC, mas abaixo do limite superior (6,5%).
Para o coordenador de Estudos Econômicos da Associação Nacional dos Executivos de Finanças, Administração e Contabilidade (Anefac,) Miguel Ribeiro de Oliveira, o Copom deve elevar a Selic em 0,5 ponto percentual na reunião da próxima semana. Oliveira acredita que, se o resultado da inflação no ano passado não tivesse ficado acima das expectativas, o comitê poderia aumentar a Selic em 0,25 ponto percentual nesta reunião.
Oliveira destaca que um dos fatores que estimularam a inflação no país foi a alta do dólar. O dólar em alta gera aumento da inflação no país porque encarece o preço de produtos e insumos importados. Para Oliveira, o Copom continuará a aumentar a Selic após a reunião deste mês, se houver alguma pressão maior no câmbio.
Para o economista Carlos Eduardo Freitas, ex-diretor do Banco Central, a inflação não está fora de controle, mas está se mantendo em patamar elevado. Para que a inflação ceda, é preciso manter o ciclo de alta da Selic. Além disso, Freitas destaca que o governo deveria reduzir gastos e ser mais transparente em relação às contas públicas, eliminando artifícios contábeis para cumprir a meta de superávit primário, economia para o pagamento de juros da dívida pública.
“Essa é a receita clássica [aumento da Selic e redução de gastos], desagradável, mas necessária no momento. Assim, a economia sairia com crescimento e investimentos”, diz Freitas.
Para o economista, se o governo reduzisse gastos, a Selic poderia fechar 2014 em 11% ao ano. “Se não tiver essa ajuda, acredito em 12,5% [ao ano].”
No ano passado, como medida para tentar conter a inflação, o Copom elevou a Selic em 2,75 pontos percentuais. Quando o Copom aumenta a Selic, o objetivo é conter a demanda aquecida e isso gera reflexos nos preços porque os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança.

segunda-feira, 6 de janeiro de 2014

POLÍCIA MILITAR PRENDE AUTORES COM ARMAS DE FOGO E MUNIÇÕES EM BOM DESPACHO

No dia 03 de Janeiro de 2014, durante patrulhamento de rotina pelo bairro Aeroporto, policiais militares de serviço avistaram um veículo Fiat/Uno parado na contra mão de direção, que tentou evadir no momento em que visualizaram a guarnição policial.

Foi realizada a abordagem do veículo que estava ocupado por três Indivíduos e ao ser procedida busca pessoal em um deles, foi localizada na cintura, uma arma de fogo, tipo garrucha e no interior do veículo foi localizado um revólver calibre .38, 05 tiros, cabo de madeira, municiado com cinco munições calibre .38, sendo três intactas e duas percutidas, duas munições calibre .38, sendo uma intacta e uma percutida, duas "toucas ninjas" cor preta, uma luva preta, dois celulares e alguns agasalhos que provavelmente seriam utilizados pelos autores para a prática de crimes.  

Os autores receberam voz de prisão, sendo o veículo removido, a armas e demais materiais apreendidos e encaminhados para a Delegacia de Polícia Civil.



Assessoria de Comunicação Organizacional - 7º BPM

domingo, 5 de janeiro de 2014

Suspeito não se arrepende de matar jovem


Jovem diz que não se arrepende de assassinato 

 Dois homens, com idades entre 19 e 20 anos, assassinaram uma mulher em uma fazenda em Bom Despacho. De acordo com os suspeitos, a mulher de 36 anos foi morta por ter roubado drogas. 

Um dos suspeitos, Felipe Leonardo, disse que não se arrepende de matado a moça. Em entrevista concedida a TV Alterosa na Delegacia de Policia de Bom Despacho, o rapaz teve uma atitude considerada fria ao afirmar que faria 'tudo de novo'. 

Conforme a reportagem, a moça foi levada pelos suspeitos  em uma fazenda que fica próxima a Bom Despacho. Ela se recusou a ter relações com eles e logo após foi agredida e morta por um tronco de árvore.