sábado, 25 de junho de 2016

Mãe luta pela sobrevivência de filho com doença rara

Imagem quando a reportagem foi exibida pela TV Alterosa
Durante a semana, foi exibida pela TV Alterosa, a reportagem que mostrou a história da mãe que luta pela sobrevivência do filho,  vítima da  doença Acidúria Grutálica Tipo I. Com 12 anos e 14 quilos, João Victor Andrade de Faria se locomove apenas quando é carregado ou quando é transportado por carrinho de rodas. Além disso, o alimento principal para sustentar o garoto custa em média R$ 1680,00. 

Segundo a mãe,  Dalva Helena Soares da Silva, foi preciso acionar a justiça para conseguir do estado a compra do leite em pó Gac Med B plus. Como é de fabricação estrangeira, cada lata do produto custa em torno de R$ 1680,00 e dura cerca de 15 dias de consumo.  "Ficamos durante meses sem receber o produto, mas através de meio  judicial, conseguimos obter o alimento", disse em conversa com o Jornal Fique Sabendo. 

De origem simples, a família tem procurado vária formas de manter o tratamento de João Victor. Para isso, qualquer apoio financeiro se tornou essencial para a compra do alimento, que o garoto tanto precisa. "Vamos continuar lutando  para manter o João Victor junto com a gente", declarou Dalva. 

Para quem quiser fazer doações,  a família disponibiliza dados bancários para receber qualquer apoio financeiro, sendo pelo Banco Caixa Econômica Federal, agência 1060,  conta corrente 3601-5 e operação 001. Em caso de dúvidas, os interessados devem obter informações através do telefone: (37) 99804.9399. 

sexta-feira, 24 de junho de 2016

Bandidos explodem caixas eletrônicos em Martinho Campos

Caixa Econômica Federal/Martinho Campos-MG
Está se tornando cada vez mais comum explosões em caixas eletrônicos de bancos em cidades do interior do estado de Minas Geras. Na madrugada dessa sexta-feira, 24, o alvo da vez foram os bancos Caixa Econômica Federal e Bradesco na cidade de Martinho Campos, há cerca de 50 km de Bom Despacho. 

De acordo com  boletim de ocorrência registrado pela Polícia Militar, dois indivíduos explodiram um caixa eletrônico da Caixa Econômica Federal e um ponto de apoio do Bradesco. Na fuga, os autores  usaram os veículos Corolla de cor prata e  um Fiat Uno em sentido ao trevo de  Abaeté, mas retornaram ao interior da cidade. 

Segundo a Polícia,  há informações de que um veículo Corolla furou um bloqueio policial na cidade de  Pitangui. 

O valor roubado não  foi divulgado pela Polícia, porque ainda não há essa informação para ser divulgada. 

quinta-feira, 23 de junho de 2016

50ª CIA PM DESENVOLVE AÇÕES REFERENTES À SEMANA NACIONAL ANTIDROGAS

Em comemoração à Semana Nacional Antidrogas, que é realizada anualmente no período de 19 a 26 Junho, o Cabo Alexandre, lotado na 50ª Cia PM está realizando palestras e atividades educativas nas escolas de Bom Despacho.  Durante o decorrer da semana serão realizadas atividades de caráter preventivo e educativo, visando a conscientização e sensibilização da comunidade no combate às drogas.

Até o momento, cento e setenta e três alunos, estudantes do 4º e 5º Ano, das Escolas Estaduais Egídio Benício de Abreu, Coronel Robertinho e Chiquinha Soares, participaram de palestras abordando temas inerentes à semana comemorativa.       

Ainda será realizada pelos militares da 50ª Cia PM, uma blitz educativa na área central da cidade com entrega de Panfletos com “Dicas PM” e no sábado, dia 25. O Cabo Alexandre, em parceria com a Prefeitura Municipal participará das atividades do projeto “Bom Despacho em Ação” onde haverá exposição de trabalhos escolares, distribuição de adesivos e rua de lazer.



Assessoria de Comunicação Organizacional – 7º BPM

Cemig reforça cuidados com a rede elétrica durante a festa junina

Junho e julho são meses marcados pelas tradicionais festas juninas e julinas que homenageiam São João. Bandeirinhas, fogueiras, fogos de artifício e balões são artefatos característicos deste período do ano. Para ajudar em uma festa segura, a Cemig orienta a população sobre os cuidados e procedimentos que devem ser tomados em relação à rede elétrica.

Segundo as normas de segurança da Cemig, não é permitido utilizar postes e padrões de energia para amarrar bandeirinhas, faixas ou fixar outros enfeites. Da mesma forma, tais adereços devem ser mantidos distantes da rede elétrica.

A montagem de estruturas como barraquinhas, camarotes, palcos e palanques e a utilização de veículos de som ou trios elétricos também devem seguir as orientações de segurança da Cemig, de forma que mantenham uma distância mínima de segurança (1,5 metro) em relação à rede elétrica.

Além disso, enfeites, como faixas e bandeirolas, devem ser feitos com materiais isolantes e biodegradáveis e não podem ser fixados próximos à rede elétrica. Os trios elétricos merecem atenção especial em relação a sua estrutura, já que é possível ocorrer acidentes com os fios da rede elétrica e também com os enfeites. As fogueiras não devem ser feitas sob a fiação elétrica, e os fogos de artifícios devem ser manuseados por adultos e utilizados longe da rede elétrica e de adereços, que demonstrem risco de incêndios. “Os fogos de artifício podem causar queimaduras graves e, se atingirem a rede elétrica, podem gerar curto-circuito”, destaca Demetrio Venicio Aguiar, engenheiro eletricista da Cemig.

Outra tradição dessa festa popular são os tradicionais balões juninos. Vale lembrar que soltar balão é crime, pela lei 9.605/98, e não se deve, nunca, fazê-lo próximo à rede elétrica. O engenheiro destaca que: “Algumas pessoas ainda se aventuram e brincam perto das instalações e fios. Então é importante ressaltar o perigo de se soltar balões. Historicamente, acidentes dessa natureza sempre causaram danos enormes às pessoas envolvidas.”

Em caso de acidente envolvendo a rede elétrica, a Cemig deve ser acionada através do Fale com a Cemig, no telefone 116. A central de atendimento funciona 24 horas e a ligação é gratuita.

Instalações elétricas temporárias
Em festas populares como essas é comum a necessidade de instalações elétricas temporárias, que requerem uma análise técnica da concessionária de energia elétrica. Dependendo da dimensão do local, também é preciso apresentar um projeto que considere a distribuição das cargas e a proteção seletiva (em caso de falhas, somente o trecho defeituoso é desligado automaticamente). Demetrio Aguiar ressalta que não é permitido fazer ligações clandestinas, pois o risco de acidentes é muito grande. O mesmo vale para quem vai se reunir em ruas, bares e praças para participar de festividades juninas e julinas.

Por esse motivo, os organizadores dos eventos devem ficar atentos ao prazo de atendimento para ligações provisórias, já que somente profissionais qualificados e autorizados pela Cemig podem realizar o serviço. Segundo o engenheiro, o ideal é que as solicitações sejam feitas com, no mínimo, dez dias de antecedência.

O engenheiro ressalta o cuidado que se deve ter com as emendas e a importância de utilizar materiais de qualidade. “Deve-se usar sempre um elemento isolante e com boa capacidade de proteção contra descarga elétrica, para evitar incêndios e outros acidentes”, destaca Aguiar.

Recomendações


Iluminação, enfeites e alegorias
* Antes de fazer qualquer ligação elétrica ou de instalar enfeites e alegorias, o consumidor deve consultar a Cemig.
* Não instalar nenhum enfeite próximo à rede elétrica.
* Não fazer ligações clandestinas (gatos).
Palanques para apresentação de shows
* A montagem e a desmontagem devem considerar a existência das redes elétricas aéreas e, em caso de escavação, subterrâneas e gasodutos.
* A fixação das coberturas deve ser bem feita para evitar o desprendimento e a possível projeção contra a rede elétrica.
Aparelho de som, refrigeração e churrasqueiras elétricas
* Não ligar aparelhos elétricos próximo a duchas ou piscinas.
* Evitar improvisos (gambiarras), pois eles aumentam o risco de acidentes com a rede elétrica.
Fios partidos (acidentalmente)
* Ao encontrar um fio elétrico partido, caído ao solo, não se aproximar e não deixar ninguém se aproximar do cabo, que poderá estar energizado. Ligar imediatamente para o Fale com a Cemig, no telefone 116, e aguardar a chegada dos técnicos da empresa.


Fonte:Cemig

terça-feira, 21 de junho de 2016

Prefeitura de Bom Despacho diz que Ministério Público Estadual não tem Poder de rejeitar contas

Pág 01. Parecer

Pag.02 Parecer


No final de semana, as redes sociais em Bom Despacho receberam a informação de documentos assinados pelo Ministério Público Estadual, no quais foram publicados a opinião de  parecer de rejeição à prestação de contas do ano de 2014 do Governo Cabral, após análise do Tribunal de Contas do Estado de Minas Gerais. 

De acordo com a Prefeitura de Bom Despacho, 'o Ministério Público de Contas não tem o poder de rejeitar as contas'  e afirmou que a informação não  passa de boato praticado por interesses politiqueiros. Entretanto, no documento o órgão também aponta que o 'Gestor Municipal não apresentou elementos hábeis a desconstituir a ilegalidade por ele confessada quando não aplicado o mínimo exigido pela Constituição Federal de 1988, artigo 122, que refere-se a manutenção do desenvolvimento de ensino , tendo aplicado 22,94% da Receita Base de Cálculo. 

Ainda conforme a Prefeitura de Bom Despacho, 'a falsa rejeição teria base por investimentos na educação, abaixo do exigido por Lei'. " Portanto, acima do piso constitucional de 25%. O erro da área técnica do TCE que encontrou 19,30% levou o MP a conclusões erradas. Os números e os cálculos corretos já foram novamente informados ao TCE, acompanhados de todos os comprovantes gerados pelo Banco do Brasil – gestor do FUNDEB", concluiu em nota enviada à redação do Jornal Fique Sabendo. 

A notícia de que o Ministério Público Estadual opinou pela rejeição das contas de 2014 do Governo Cabral chegou como uma  surpresa, pois em levantamentos recentes realizados pelo Ministério Público Federal e pela CGU(Controladoria Geral da União) apontaram Bom Despacho  dentre as 10 cidades mais transparentes de Minas Gerais. 

Veja na íntegra a resposta da Prefeitura de Bom Despacho:  



Prefeitura não teve contas rejeitadas

A Prefeitura não teve as contas de 2014 rejeitadas. O Ministério Público de Contas não tem poder de rejeitar contas; ele apenas OPINA. A rejeição de contas de prefeitos é prerrogativa exclusiva da Câmara de Vereadores. Isto, depois da apreciação do Tribunal de Contas do Estado (TCE). Como o TCE não apreciou as contas, e muito menos julgamento da Câmara, a suposta notícia de rejeição não passa de boato disseminado por pessoas ignorantes e com interesses politiqueiros.

A falsa rejeição teria por base investimentos em educação abaixo do exigido em lei. Por oportuno, esclarecemos que Bom Despacho investiu mais de 27% na educação. Portanto, acima do piso constitucional de 25%. O erro da área técnica do TCE que encontrou 19,30% levou o MP a conclusões erradas.

Os números e os cálculos corretos já foram novamente informados ao TCE, acompanhados de todos os comprovantes gerados pelo Banco do Brasil – gestor do FUNDEB. 

segunda-feira, 20 de junho de 2016

MILITARES DA 50ª CIA PM APREENDEM DROGAS E PRENDEM SUSPEITO DE TRÁFICO

Operação aconteceu na manhã de domingo, 19/06

Na manhã de 19 de junho de 2016, por volta das 09:10 horas, policiais militares da 50ª Cia PM compareceram ao bairro Santa Lúcia II, em Bom Despacho, para averiguação de denúncias que versavam sobre intenso tráfico de drogas.

Após buscas em uma residência, os militares localizaram doze tabletes de maconha, uma porção de cocaína, vários saquinhos de chup-chup, comumente utilizados para embalar drogas, a quantia de cem reais em dinheiro, três aparelhos de telefone celular e um tablet.

Um jovem de 20 anos recebeu voz de prisão e foi encaminhado à Delegacia de Polícia, com os materiais apreendidos.
  
Assessoria de Comunicação Organizacional – 7º BPM

Bom Despacho pede ações contra crimes no campo

Dificuldades na cadeia produtiva do leite também foram discutidas em audiência pública realizada no município


Participantes cobraram ações para garantir a segurança e para viabilizar a produção leiteira - Foto: Willian Dias
O combate à criminalidade no campo no Estado tem sido prejudicado, segundo policiais, pela falta de efetivo e pela redução dos investimentos em segurança. De acordo com o delegado de Bom Despacho, Thales Gontijo de Queiroz Cançado Junior, o número de policiais civis do município é o mesmo de 16 anos atrás. “Em 2014, o Executivo destinou R$ 33,3 milhões para investimentos em segurança. Em 2015, foram apenas 4,3 milhões, com 86% de queda. A Polícia Militar também recebeu quase R$ 100 milhões a menos”, afirmou, citando dados estaduais. Ele defendeu a criação de uma polícia especializada em crimes praticados na área rural.
O tenente Aelson José Oliveira, do 7º Batalhão da Polícia Militar, detalhou que a PM tem cinco patrulhas rurais para 19 municípios da região, mas poucas funcionam de forma efetiva, justamente pela falta de pessoal. O melhor resultado, segundo ele, é observado em Bom Despacho, onde a população do campo está voltando a ter a sensação de segurança. “O foco do trabalho está na prevenção, com a mudança de comportamento do produtor”, afirmou. As orientações, segundo ele, vão desde a redução dos estoques de insumos até o cuidado com o a casa e com o maquinário, que deve ser guardado.
O debate foi solicitado pelos deputados Fabiano Tolentino (PPS), presidente da comissão; Emidinho Madeira (PSB), vice; Inácio Franco (PV), Nozinho (PDT), Rogério Correia (PT) e Antônio Carlos Arantes (PSDB). Tolentino citou que o presidente de uma cooperativa de agricultores em Divinópolis (Centro-Oeste) foi morto durante um roubo em sua fazenda e defendeu que os produtores possam se armar para fazer a defesa das propriedades. “O homem do campo está desprotegido. Hoje o roubo é de carga fechada, de carreta”, concordou Inácio Franco.
Os parlamentares criticaram a redução dos investimentos em segurança e a falta de apoio por parte dos governos federal e do Estado, sobretudo em função da importância do setor agropecuário para a economia. Tolentino salientou que a comissão está discutindo o tema em várias cidades e anunciou para o mês de agosto um debate conjunto com a Comissão de Segurança Pública da ALMG para cobrar ações do Executivo de Minas e propor a criação de uma polícia especializada contra crimes do campo.