AGRONEGÓCIO

Cascos e pelagem saudáveis são essenciais para equinos de alta performance




“Casco, pelo e pele saudáveis são características importantes para qualquer equino, mas principalmente para os animais de esporte, já que esses atributos são extremamente relevantes para provas de performance e longas cavalgadas. É essencial oferecer nutrição adequada, composta por ração balanceada e adequada à atividade dos animais, além de boa suplementação mineral e água de qualidade”, afirma Antonio Coutinho, gerente de produtos para equinos da Vetoquinol Saúde Animal, proprietária da linha Equistro®, líder mundial em suplementação nutricional para equinos.

Suplementos à base de Biotina, DL-Metionina (fonte orgânica de enxofre), zinco de rápida absorção, manganês (IPALIGO®) e selênio são nutrientes valiosos para a saúde dos animais pois estimulam a produção de queratina – proteína que fortalece pelo e cascos. "Os proprietários precisam ficar sempre atentos ao desempenho dos seus animais. Caso notem perda de performance e lenta recuperação após práticas e exercícios, é o momento de avaliar a saúde. Para isso, uma boa dica é avaliar o pelo, a pele, os cascos e o peso, pois são bons indicadores”, recomenda Coutinho.

Petit Herweg, criadora e competidora de Quarto de Milha e embaixadora da linha Equistro®, da Vetoquinol, usa e recomenda Kerabol. “O casco do cavalo é a base de tudo. Não adianta ter um cavalo musculoso se ele tiver casco pequeno ou fraco, sem estrutura para suportar o peso. Considero imprescindível optar por um suplemento nutricional que efetivamente dê resultado. Por isso, uso e recomendo Kerabol, pois vejo no dia a dia a evolução e a diferença nos animais”, afirma Petit.

A linha Equistro® é composta por vários suplementos nutricionais de qualidade, como Kerabol. Trata-se de uma solução com complexo de aminoácidos e minerais na forma orgânica Ipaligo®, exclusivo da Vetoquinol. Kerabol® faz com que o animal aproveite 100% do que recebe, com resultado rápido em performance e mudança de pelagem. Os cascos ficam mais saudáveis e menos quebradiços, proporcionando animais mais resistentes a lesões e fadiga. Com isso, os equinos se recuperam muito mais rápido após os exercícios, mostrando que estão prontos para as provas.

“Aqui na Universidade do Cavalo, em Sorocaba (SP), Kerabol está presente há quase 20 anos e é um dos produtos mais usados porque, além da confiabilidade e credibilidade, gera resultados certeiros”, ressalta Aluísio Marins, especialista em cavalo, proprietário da Universidade do Cavalo e também embaixador da linha Equistro® em 2020.

Kerabol® também é dopping free, tem aprovação da Federação Equestre Internacional (FEI) e para uso nas Olimpíadas. "Kerabol® faz parte do programa Clean Sport, da Vetoquinol, que garante a qualidade dos ingredientes e composição dos seus produtos, apoiando o esporte limpo. Respeitamos a saúde dos animais e trabalhamos com ética e transparência, respaldadas por organismos internacionais, como a FEI ", destaca Coutinho.

“Kerabol é o escolhido de forma unânime para minha tropa de cavalos, porque além do custo benefício e da nítida diferença estética dos animais ele também gera bem-estar, e consequentemente, melhor desempenho”, complementa Steve Bezerra, zootecnista e embaixador da linha Equistro® no Nordeste.

Sobre a Vetoquinol – Entre as 10 maiores indústrias de saúde animal do mundo, com presença na União Europeia, Américas e região Ásia-Pacífico. Grupo independente, projeta, desenvolve e comercializa medicamentos veterinários e suplementos, destinados à produção animal (bovinos e suínos), a animais de companhia (cães e gatos) e a equinos. Desde sua fundação, em 1933, a Vetoquinol combina inovação com diversificação geográfica. O crescimento do grupo é impulsionado pelo reforço do seu portfólio de produtos associado a aquisições em mercados de alto potencial de crescimento, como a Clarion Biociências, ocorrida em Abril/2019. A Vetoquinol gera 2.372 empregos e está listada na Euronext Paris desde 2006 (símbolo: VETO). A Vetoquinol conta com SAC formado por profissionais da área veterinária para auxílio aos clientes. A ligação é gratuita - 0800 741 1005. Site: www.vetoquinol.com.br


TEXTO ASSESSORIA





Governo zera imposto de importação da soja e do milho



Maior exportador mundial de soja, o Brasil decidiu suspender a cobrança de impostos de importação do grão, bem como do farelo e do óleo de soja, até 15 de janeiro de 2021. A decisão da Câmara de Comércio Exterior (Camex), do Ministério da Economia, se aplica também à importação de milho, cuja alíquota de importação será zerada até 31 de março do próximo ano.

As medidas temporárias foram foram aprovadas ontem (16), durante reunião do Comitê Executivo de Gestão - órgão da Camex responsável por, entre outras coisas, estabelecer o percentual ou valor aplicado no cálculo de um tributo e formular diretrizes da política tarifária na importação e na exportação.

A proposta de reduzir as alíquotas da soja partiu do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, enquanto o Ministério da Economia propôs à Camex que zerasse o tributo cobrado das importações de milho como forma de conter a alta de preços dos alimentos.

No fim de setembro, quando teve início o plantio da safra de soja para 2020/2021, a Associação Brasileira dos Produtores de Soja (Aprosoja) estimou que a área semeada com a principal commoditie brasileira deve aumentar 3,8% em comparação ao ciclo 2019/2020, e que a produção crescerá 3,4% relação ao período anterior, podendo superar 129 milhões de toneladas.

De acordo com a Confederação Nacional da Agricultura (CNA), a soja em grãos, o farelo de soja e o milho estão entre os cinco principais produtos exportados pelo Brasil durante o mês de setembro, junto com o açúcar de cana em bruto e a carne bovina in natura. Somados, os cinco produtos representam mais da metade (55,4%) de toda a exportação nacional mensal – que foi 4,8% superior ao resultado do mesmo mês de 2019. Além disso, a soja em grãos ocupa o topo do ranking dos produtos exportados que o país vendeu para outras nações entre janeiro e setembro, com um acréscimo de US$ 5,9 bi em relação ao período anterior, o que representa um ganho da ordem de quase 28%.

Arroz

No começo de setembro, o governo já havia adotado medida semelhante em relação ao arroz em casca e beneficiado, cujo imposto de importação foi zerado até 31 de dezembro deste ano. Na ocasião, a ministra da Agricultura, Tereza Cristina, afirmou que a medida era necessária para tentar conter a alta do preço do produto e evitar um eventual desabastecimento.

“As medidas que podiam ser tomadas, foram tomadas, para fazer a estabilidade e o equilíbrio para esse produto", disse a ministra em um vídeo publicado em suas redes sociais. “O Brasil abriu mão, tirou a alíquota de importação, para que o produto [arroz] de fora pudesse entrar e trazer um equilíbrio para os preços. Abrimos somente uma cota, porque não temos necessidade de muito arroz, mas isso é uma cota de reserva, para que possamos ter a tranquilidade de que o preço vai voltar, vai ser equilibrado, e que o produto continuará na gôndola para todos os brasileiros", disse Tereza Cristina, à época.

Ag. brasil