Brasileiro gastará quase 30% a mais no Natal deste ano

Melhora do poder de compra deve alavancar vendas. Computadores, notebooks e tablets são os itens mais desejados, de acordo com levantamento da SPC Brasil

Por Bruno Garcia, do Mundo do Marketing | 20/11/2013

bruno.garcia@mundodomarketing.com.br

O Brasileiro gastará quase 30% a mais na compra de presentes para o Natal deste ano. Um levantamento da SPC Brasil em parceria com a Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) mostra um cenário positivo para o comércio varejista: o consumidor terá um gasto médio de R$ 111,39 por compra, o que representa um aumento de 28,64% em relação ao Natal de 2012. A quantidade de itens comprados subiu de 4,1 para 4,4 presentes por consumidor — alta de 7,31%.
O levantamento também buscou identificar o motivo para o otimismo. Na avaliação de 57% dos entrevistados, a situação financeira melhorou nos últimos 12 meses. A razão mais citada para explicar o salto foi o aumento da renda. Metade dos pesquisados disseram que vão comprar mais presentes este ano. Outros 37% vão presentear com a mesma quantidade e apenas 13% alegaram que as compras serão menores. O valor investido no total de presentes em média será de R$ 490,12.
Entre os entrevistados, 67% vão presentear alguém neste Natal. O percentual é mais alto entre as mulheres: 76% delas presenterarão alguém, contra 58% dos homens. Os itens mais procurados são as roupas, com 73%, os calçados com 38%, perfumes/cosméticos com 33%, e os jogos/brinquedos em geral, com 33%. Entre os mais desejados, estão computadores, notebooks e tablets em primeiro lugar, com 51% das opiniões. Roupas aparecem na sequência com 36%, calçados com 30%, e smartphones com 28%.
                                
A forma de pagamento mais utilizada será o dinheiro, com  57%. O cartão de crédito parcelado é a segunda opção, com 16%, e o cartão de débito a terceira, com 12%. O pagamento a vista com cartão de crédito aparece em último, com 9%. Em relação ao canal preferido para compra, shoppings centers são os prediletos, seguidos pelo comércio de rua e lojas de departamento, com 44%, 26% e 11%. As lojas online surgem em quarto lugar, com 9% das intenções.

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