Fernando Cabral diz que não participou de licitação suspeita

No último domingo, 17, o Jornal Fique Sabendo repercutiu a notícia do site Convergência Digital de que o CADE (Conselho Administrativo de Defesa Econômica), órgão  integrado ao Ministério da Justiça,   abriu  processo administrativo para investigar a denúncia do MEC (Ministério da Educação)  de que havia suspeita de cartel em licitações de tecnologia da informação. No processo consta o nome do Prefeito  Fernando Cabral e também da sua empresa Padrão IX Informática. 

Em email enviado a redação do Jornal Fique Sabendo, o chefe do Executivo de Bom Despacho diz  que não participou de nenhuma licitação suspeita, e quando houve o realização do edital já não estava mais em Brasília e sim em Bom Despacho: 

Veja a resposta do Prefeito Fernando Cabral

Senhor jornalista Valmir Rogério




Conforme pode ser constatado na Nota Técnica, o CADE não imputa qualquer conduta ilícita quer à empresa Padrão iX, quer à minha pessoa, Fernando Cabral. Além do mais, quando os supostos fatos ocorreram (2005), eu já havia me afastado da empresa fazia mais de cinco anos. Como é do conhecimento geral, eu voltei para Bom Despacho em 2000, quando passei a trabalhar com agricultura e reciclagem na empresa Gaia, que entrou em atividade no início de 2001.
Também pode ser visto na Nota Técnica que a empresa Padrão iX não participou da licitação suspeita e nem sequer pegou o edital. Os serviços licitados não estavam em sua área de atuação.
Portanto, não faz sentido qualquer suspeita quer sobre a empresa, quer sobre minha pessoa. Nossos nomes apareceram no processo como Pilatos no Credo, pelo simples fato de que, em 2001, um diretor do sindicato das empresas de informática do DF enviou cópias de mensagens para pessoas diversas que trabalhavam ou haviam trabalhado na Padrão iX. Entra elas, eu. Foi por causa destas cópias que meu nome apareceu no processo.
Contudo, naquela época (2001) eu estava em Bom Despacho operando a recicladora e a fazenda Gaia e não tinha nem mesmo acesso ao correio eletrônico da empresa. Mesmo que tivesse, nada há de ilícito em receber e-mails, qualquer que seja seu conteúdo.
Ademais – como também consta do processo – a empresa culpada (Poliedro) já confessou e já pagou multa de R$ 30 milhões para livrar do processo seus proprietários e empregados.
Em suma, é enorme aborrecimento ver meu nome aparecer num processo como este. Mas é justo constatar que nenhuma conduta é imputada a mim ou à Padrão iX. E é reconfortante poder garantir a meus concidadãos que assim como nada foi imputado até agora, nada será imputado no futuro, porque não admito e nunca admiti condutas ilícitas.

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